HOIC: a nova arma do Anonymous para derrubar sites. (Fonte da imagem: Reprodução/YouTube)
Salvo se você esteve longe da internet nos últimos dois anos, você já deve ter ouvido falar bastante no grupo de hackers Anonymous, famoso por atacar sites considerados inimigos da liberdade na internet. As ações do movimento, que conta com uma estrutura não hierarquizada, ou seja, não possui “líderes”, normalmente são rápidas.
Quando julgam necessário, os Anonymous conclamam seus membros a usar um aplicativo bem simples capaz de sobrecarregar uma página e, com isso, tirá-la e mantê-la fora ar — este é o HOIC. O nome do software é uma sigla para High Orbit Ion Cannon e faz referência aos “ion cannons”, canhões de partícula recorrentes em games e filmes de ficção científica.
Brincadeira de criança
O HOIC é uma versão aprimorada e mais fácil de usar do LOIC (Low Orbit Ion Cannon), aplicativo usado anteriormente pelos membros do grupo. A grande diferença entre eles é que se antes era necessário um entendimento básico de linguagem de programação para ajudar a derrubar um site, agora, basta que você consiga clicar um mouse e digitar um endereço da web em um teclado para fazer isso.
O aplicativo pode ser encontrado facilmente em buscas no Google e qualquer um que obter o programa pode começar a realizar ataques de tráfego a uma página da internet. No HOIC, você digita o endereço, seleciona a quantidade de execuções que vai realizar de acordo com a largura de sua banda e pronto, começaram os ataques.
Sem barreiras
Um membro do Anonymous teria relatado ao Gizmodo que o LOIC já estava na mira dos programadores, que criaram firewalls resistentes ele. O HOIC, contudo, é novo e ainda não foi encontrou uma barreira criada pelos especialistas em segurança. Ou seja, a arma é poderosa, privada e, até agora, não encontrou um xerife a altura.
Você pode baixar o Programa aqui no Cia Hacker, na sessão Hack3r's no lado Direito.
Conhecida entre os usuários do pelo apelido de The Reply Girl (A Garota Resposta, português), a blogueira Alejandra Gaitán recebeu ameaças de internautas por usar ousadas nos vídeos de desnecessária.
A polêmica torno das roupas de Alejandra tem um motivo: ela ganha dos anunciantes cerca de US$ 100 por vídeo, aproximadamente R$ 175, e US$ 1.000 quando alcança mais de 500 mil visitas, cerca de R$ 1.760. Por isso, a , faz entre cinco a dez vídeos por dia no YouTube, valoriza bastante seus atributos na para conseguir atingir as metas de patrocínio. essa atitude, outros publicadores do portal a acusam de "se prostituir" por meio das gravações.
A blogueira, Alejandra Gaitán exibe roupas curtas em vídeo (Foto: Reprodução/YouTube)
A lista de insultos é vasta. Alguns usuários pedem para que ela "se , pule de um penhasco", além de ameaçaram hackear sua , estuprá-la e assassiná-la. Porém, ela acredita que não está fazendo nada de errado e usa os atributos físicos para ganhar dentro da legalidade: "É puro sex appeal", afirma. Os pais da jovem, no entanto, desaprovaram sua atividade a de expulsá-la de .
Apesar de todos os cortes orçamentários realizados pelo presidente norte-americano Barack Obama, parece que a NASA decidiu não engavetar o projeto que levará o homem à Marte.
John Grunsfeld, o chefe de ciências da agência espacial, anunciou que o projeto de exploração a Marte passará por uma revisão que deve incluir contribuições tanto do programa espacial humano como da divisão de tecnologia para ajudar em seu financiamento. No próximo mês, um comitê deve começar a desenvolver os conceitos envolvendo a missão, que poderia ocorrer em 2018 ao custo de 700 milhões de dólares.
Por que 2018?
A escolha do ano de 2018 não foi aleatória. Para enviar qualquer nave ao espaço de maneira mais eficiente, é necessário tirar proveito da chamada órbita de transferência. Ela funciona como uma espécie de janela espacial, e, durante esse período, as naves precisam de muito menos impulso para se desviar da órbita terrestre e entrar na órbita do planeta de destino.
No caso da viagem à Marte, é necessário calcular o ponto exato no espaço onde o planeta vermelho se encontrará quando a espaçonave chegar ao seu destino. Essa janela ocorre uma vez a cada dois anos, com uma possibilidade de lançamento supereficiente a cada 16. A janela que deve ocorrer em 2018 é uma dessas supereficientes.